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Fonte: pexels

O meio dos investimentos está repleto de opções e conhecê-las é crucial para potencializar as chances de boas escolhas. Neste meio, se pode citar o COE, que condiz com o Certificado de Operações Estruturadas, sendo um investimento que mescla ativos da renda variável e renda fixa.

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A principal distinção entre ambas as rendas, é que no último caso, o investidor conta com uma maior previsibilidade em relação às aplicações. Além disso, são opções consideradas de menor risco por causa desse fator.

De qualquer forma, quando se fala desse tipo de investimento, seus retornos também estão associados a diferentes índices, até mesmo internacionais. Quer saber mais sobre como funciona esse investimento, seus tipos e como fazer suas aplicações? Confira o conteúdo a seguir.

O que é COE?

Conforme citado, o COE mescla dois tipos de investimentos, justamente por isso, um dos principais benefícios, é a diversificação da carteira. Entre o segundo semestre de 2013 e o início de 2014, ocorreram a regulamentação pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e a emissão do COE.

Todavia, apenas em 2016, viabilizou-se a distribuição por parte das instituições financeiras. Desse modo, muitos consideram uma aplicação ainda nova. De qualquer maneira, ao considerar que a diversificação é uma grande dica quando se trata de investimentos, vale a pena buscar sempre conhecimento, até mesmo quem já investe em COE.

Além desses aspectos, vale citar que, ao investir, um título é adquirido. Sua emissão, que se dá por bancos, está atrelada a aplicação majoritária em títulos de renda fixa. Em relação a parcela direcionada para renda variável, se pode citar fatores como índices internacionais e nacionais, ações estrangeiras e nacionais e até mesmo commodities, por exemplo, soja e café.

Ainda mais, há diferentes modalidades do COE, tais como:

  • Valor Nominal em Risco: ao se tratar desse tipo, há o limite de perda até o limite do capital do investimento. Ainda assim, não há possibilidade de que contraia dívidas por perder mais do que tem. Além destes pontos, é interessante observar que Certificados deste tipo são a minoria;
  • Valor Nominal Protegido: já nesse caso, se trata de algo totalmente contrário e como o próprio nome indica, há uma maior proteção. Isso porque quem investe conta com a garantia de recebimento de, no mínimo, 100% da quantia aplicada. Desse modo, mesmo se a renda variável apresentar resultados negativos, o valor principal terá retorno.

Principais vantagens e desvantagens

Além de permitir a diversificação da carteira, vale a pena analisar outros pontos que o COE abrange. Afinal, são eles que podem garantir uma decisão ainda mais clara para os investidores.

Em relação às vantagens, é crucial citar também que essa é uma forma de investir no mercado internacional de um jeito mais simples, juntamente com opções protegidas contra perdas.

Além disso, há níveis distintos de risco. Por outro lado, não há garantia do Fundo Garantidor de Créditos, o FGC. Sendo assim, caso o emissor seja comprometido, o processo de retorno de capital pode ser complexo ou não ter garantia.

Ainda mais, para viabilizar a proteção de lucros do banco, existe o limite do lucro máximo, o que de certa forma é uma desvantagem. Outro ponto importante, é que o prazo varia de forma significativa, sendo muito comum a divergência entre um semestre e 3 anos. E, não há liquidez diária, o que reforça a necessidade de observar o prazo para evitar prejuízos caso seja preciso retirar a aplicação.

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Fonte: pexels

Dicas ao investir em COE

Sem dúvidas, ao investir em qualquer opção, é preciso ter atenção em uma série de aspectos. Quando se trata do COE, um deles recebe o nome de Documento de Informações Essenciais, o DIE.

Por mais que a maioria dos investimentos sejam da modalidade Valor Nominal Protegido, é essencial avaliar seu conteúdo. Isso porque, é uma obrigatoriedade, seja do banco ou da corretora, de oferecer o documento. Nele, constará dados cruciais do COE, como o prazo, rentabilidade, modalidade, regras para ganhos e perdas, entre outros pontos.

Além dessas informações, vale citar que é possível se deparar com o termo Cetip. É fundamental saber de sua importância. Diz respeito a Central de Custódia e Liquidação Financeira de Títulos e após sua emissão, o COE deve ter o registro na empresa, de forma que maior segurança tenha alcance. Além disso, essa empresa privada também é responsável pela liquidação e depósito.

De uma forma geral, essa é uma estratégia positiva para as pessoas que desejam diversificar a carteira, mas além disso, é preciso avaliar sempre os riscos com muita cautela.
Por isso, ter consciência de qual é o perfil de investidor também se faz crucial, assim como a busca constante por informações sobre COE e demais investimentos que façam parte da carteira. Você já tinha escutado sobre essa opção? Aproveite para compartilhar o conteúdo e aumentar as chances de que mais pessoas a conheçam.