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Comprar a casa própria é um sonho de muitas pessoas. Sendo assim, se torna uma das principais decisões financeiras ao longo da vida ao considerar o tamanho e significado do processo. No entanto, há uma série de fatores a serem avaliados e trabalhados para quem já optou pela compra e não pelo aluguel.

Entre eles, estão o momento de vida, quem viverá no local, situação do mercado, entre outros fatores. Por exemplo, ao longo de 2021 ocorreram altas significativas nas taxas das instituições financeiras, inclusive de crédito imobiliário. Apesar disso, em alguns casos as taxas de juros foram menores quando comparadas com outros anos.

É o tipo de informação que vale a pena ter devido ao impacto no momento da aquisição, assim como as expectativas de desaceleração ou não. Além disso, confira outros pontos cruciais para quem está se preparando para comprar a casa própria.

Tenha um planejamento financeiro para comprar a casa própria

Certamente, é indispensável ter clareza em relação aos gastos que você precisará lidar na procura pela casa própria. Por isso, a organização, assim como o planejamento, possuem um papel de grande importância para estipular prioridades, cortar gastos e ter uma dedicação maior.

Poupe pelo menos 20% do valor do imóvel que você almeja

Em meio a um mercado amplo, é possível se deparar com as mais diversas condições de pagamentos. No entanto, é muito comum ver apartamentos e casas que pedem de entrada cerca de 20%. 

Além disso, considere que quanto maior for a entrada, menor é o valor do financiamento, se for o caso. Isso porque os juros se tornam menores e a compra é mais favorável como um todo.

No entanto, não se esqueça de que, embora seja uma parte muito importante, não é só a entrada que deve ser considerada no seu orçamento. Isso porque uma certa quantia também é voltada para documentação, custos do cartório, entre outros que podem envolver a aquisição.

Observe onde pretende morar

Embora de certa forma este tópico tenha impacto no âmbito do planejamento financeiro, é interessante que esteja em um tópico separado. Isso porque envolve a decisão da compra em diferentes níveis, pois diversos fatores devem ter uma análise para ter ideia do custo de vida, como a segurança, praticidade, entre outras questões.

Então, de acordo com a cidade, proximidade de determinados pontos como escolas, metrôs, padarias e farmácias, tipo de bairro e muito mais, os valores podem mudar. Isso só reforça a necessidade de reconhecer o que realmente deseja e pretende ou pode arcar para comprar a casa própria.

Estude os condições de pagamento para comprar a casa própria

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Em primeiro lugar, quando se fala sobre os meios de pagamento para comprar a casa própria, é interessante analisar qual é aquele que faz mais sentido para o seu caso. Hoje em dia, há diferentes serviços que podem viabilizar o processo, mas é necessário compreender os custos e demais condições de cada um deles.

Por isso, é preciso estudar as taxas de juros, custos que podem estar envolvidos e procurar profissionais confiáveis para orientações e/ou viabilizar o processo.

Além disso, tenha em mente que diferentes recursos podem ter uso, por exemplo, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), tanto para a construção quanto para um financiamento. É uma opção que pode ter como uso a entrada ou pagamento parcial ou integral do local.

Opções de pagamento

Se o pagamento não for à vista, há duas opções de financiamento, pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) ou pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). A grande distinção é que o primeiro tem indicação para imóveis de baixo custo, que podem contar com o desconto no FGTS, enquanto isso não é possível no SFI, que também atende locais com preços superiores e normalmente contam com taxas mais baixas.

Não se esqueça que os processos podem contar com negociações e que as tentativas podem valer muito a pena para um caminho mais viável para o seu perfil. Além disso, há opções como o programa de habitação Casa Verde e Amarela, voltado para famílias com renda de, no máximo, R$7.000,00. Os subsídios variam de acordo com a renda, assim como as taxas de juros.  

Também existe a alternativa do consórcio, em que os grupos de participantes pagam parcelas todos os meses para a administradora e pode ser ideal para quem deseja se planejar com um prazo ainda maior. Não se esqueça de checar se a empresa responsável integra a lista do Banco Central e está devidamente regulamentada.

Sendo assim, se pode perceber que comprar a casa própria conta com uma série de fatores para se ter ideia da média para um planejamento financeiro. Aliás, é indispensável que seja um planejamento alinhado com a sua realidade e objetivos, em especial, para aumentar as chances de sair do papel.