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homem mais rico do mundo
Foto: David Ryder

Aos 57 anos, Jeff Bezos ocupa a posição de homem mais rico do mundo e é o fundador de uma das empresas mais valiosas do mercado, a Amazon. Além disso, por ser um grande entusiasta do espaço, reúne grandes planos neste âmbito, que também serão apresentados ao longo do texto.

Com formação em ciências da computação e engenharia elétrica, sua fortuna é estimada em US$177 bilhões. E, por mais que Jeff Bezos esteja na posição de homem mais rico do mundo há quatro anos, é importante citar que com 35 anos ele entrou para a lista de milionários.

Um grande destaque em sua atuação é o fato de ter os clientes como um grande foco da Amazon. Em relação a alguns pontos históricos da empresa, como sua criação e valorização, será possível descobrir no tópico seguinte. No entanto, há outros fatores que envolvem também as demais aquisições de Bezos, entre outras questões de sua trajetória.


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Em 2013, ele realizou a aquisição do jornal “The Washington Post”, que é um dos jornais de maior circulação de Washington. Com fundação em 1877, é também o mais antigo da região. Já em 2015, ocorreu o lançamento do Echo, plataforma associada à Alexa, uma assistente pessoal virtual. A Blue Origin também desempenha um papel crucial nesse contexto e a seguir, você conhecerá mais a respeito da empresa.

Sobre a Amazon e a Blue Origin

Quando se fala sobre Jeff Bezos, tanto a Amazon quanto a Blue Origin ganham grande destaque. Em primeiro lugar, ao citar a Amazon, é interessante abordar que seu início ocorreu em 1994, com operação em uma garagem nos Estados Unidos, em Seattle.

A empresa antes se chamava “Cadabra” e sua atuação era voltada para vendas de livros já utilizados. No entanto, com o passar do tempo alcançou o público de cidades distintas do país e em 1997, iniciaram-se as negociações de ativos da empresa na bolsa de valores.


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A partir desse ponto, ao longo dos anos, expansões significativas ocorreram, com investimentos em logística, tecnologia, entre outros fatores. Aliás, vale reforçar que a Amazon vai além das vendas online. Isso porque também oferece armazenamento de informações na nuvem por meio da Amazon Web Services, serviço de streaming com o Amazon Prime e a assistente virtual Alexa.

De acordo com informações anteriores, é uma das empresas com maior valor no mundo. E, outros grandes nomes a acompanham no ranking quando se fala em tecnologia, como Facebook, Apple, Microsoft e Google.

Em 2019, a Amazon obteve pela primeira vez a classificação de empreendimento mais valioso do planeta. E, a avaliação foi de US$797 bilhões, o que tirou a Microsoft da primeira posição, que ocupava com o valor de mercado de US$789 bilhões. 


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Saída da Amazon e a empresa Blue Origin

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Fonte: pixabay

Em fevereiro deste ano, Bezos anunciou que deixará o cargo de CEO da grande empresa de comércio eletrônico até o terceiro trimestre deste ano. Ele continuará na empresa como presidente-executivo do Conselho. No que diz respeito ao novo CEO, será Andy Jassy, que está no comando da Amazon Web Services (AWS) desde o seu início, sendo uma das áreas mais lucrativas da marca, inclusive em comparação com a loja.

O motivo tem ligação essencialmente com o desejo de focar mais em projetos pessoais. Entre eles, a Blue Origin, seu empreendimento em prol de viagens no espaço, assim como no jornal “The Washington Post” e nas entidades filantrópicas que possui.

Inclusive, é um cenário que fomenta a competitividade com a SpaceX, uma das companhias de Elon Musk. Trata-se do segundo homem mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em US$151 bilhões. Em meio às propostas, sua empresa visa a redução dos valores que abrangem as viagens espaciais.


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Em relação a Blue Origin, sua fundação ocorreu em 2000, mas a apresentação ao público só ocorreu em 2003. Com o passar do tempo, os planos da empresa chegaram ao conhecimento do público, com uma proposta semelhante à da concorrente. De um modo geral os planos são ambiciosos, o que ficou evidente já em 2017, com o anúncio do desenvolvimento do módulo para pouso na Lua.

Mais aspectos sobre os planos do voo espacial turístico do homem mais rico do mundo

Em abril deste ano, Bezos realizou um protesto contra a escolha da Nasa pela SpaceX a respeito de um contrato bilionário para enviar astronautas para a lua até daqui a três anos. O foco do protesto foi uma aquisição incorreta em prol do Sistema de Aterrissagem Humana. Isso porque dificultou para a empresa de Bezos a competição, inclusive por causa das metas com alterações tardias.

Por fim, ocorreu uma pausa no caso até a resolução das reclamações. O prazo para que o GAO (Government Accountability Office, responsável por averiguar gastos do governo) tome uma decisão é de 4 de agosto.


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Sendo assim, observa-se que a Blue Origin está buscando ganhar cada vez mais espaço neste meio. A premissa é o desenvolvimento de uma sonda lunar nova para o suporte da Nasa que visa viagens tripuladas daqui a poucos anos, porém, uma das principais críticas, inclusive com o anúncio da venda de ingressos para viagem espacial turística nos próximos anos, é de que ainda não ocorreu um lançamento por parte da empresa.

Por fim, se pode observar que o homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, tem uma trajetória interessante ao contemplar seus interesses e a criação de uma das principais empresas de tecnologia do mercado. No momento, seus próximos passos em relação a Blue Origin merecem atenção devido a busca para que a empresa esteja adquirindo maior destaque na área.

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